segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Bartô, o exterminador de blitz

Em mais uma das prazerosas conversas que tive com o nosso querido Bartô na redação, dia desses, ele revelou mais uma de suas façanhas: a de pôr fim a blitzen feitas pela PM, o que já aconteceu duas vezes, na Zona Norte do Rio.

Na primeira delas, Bartolomeu estava num bar quando um amigo chegou ofegante e nervoso. Explicou que havia sido parado numa blitz perto dalí e que sua moto havia sido apreendida. "Para liberar a moto me pediram R$ 100", contou o tal amigo.

Bartô então foi ao local e logo foi reconhecido por um dos policiais. "E aí, Bartô, tudo certo? O que faz por aqui?", perguntou o PM. "Eu é que te pergunto. Estou com um amigo aqui que teve a moto apreendida. Vocês vão levar para o depósito?", responde o nosso bravo repórter.

Antes que o policial tentasse explicar alguma coisa, Bartô puxou seu caderninho de anotações e mandou: "vou ligar pro comandante aqui pra saber qual é a situação da moto".

Antes que Bartô terminasse de discar o número do oficial, o PM liberou a moto do amigo, assim como as demais que estavam em situação semelhante.

Blitz ilegal
Dias depois, Bartô chegava em casa ao perceber seu irmão, taxista, parado numa blitz e reclamando com os PMs. Ele se aproximou e quis saber o que acontecia. "Ele nos desacatou, disse que a gente tinha que apreender táxi pirata e não ele que é legalizado", explicou o homem fardado.

"Mas e essa blitz aqui: é legal ou clandestina? Vou ligar aqui pro coronel para saber sobre essa blitz", disparou Bartozinho. Em poucos segundos, os cones já haviam sido recolhidos e já não se via mais PMs na rua...

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