domingo, 20 de setembro de 2009

Retrato-falado: funciona ou não?

Esta semana, agentes da Deam de São Gonçalo prenderam um homem acusado de pelo menos três estupros e dois roubos praticados no bairro Brasilândia e arredores. Um dos crimes aconteceu em junho e, na ocasião, a vítima auxiliou peritos a confeccionarem o retrato-falado do crimonoso. Comparando a foto de Christian Soares Novaes, de 18 anos, com o seu retrato-falado, você seria capaz de reconhecê-lo?




É claro que uma vítima de estupro fica tão abalada emocionalmente, que não deve ser nada fácil lembrar de todos os detalhes da fisionomia do criminoso. Mas sinceramente, acho muito difícil o reconhecimento por retrato-falado, mesmo que seja apenas uma tentativa de corresponder à realidade. Caso o pilantra tenha uma marca ou cicatriz, fica mais fácil, claro.

3 comentários:

  1. Porque não entregaram esse animal pro trafico..!!!!!

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  2. Nem o reconhecimento (cara a cara) é tão confiável. Eu já fui confundida com uma criminosa fazendo uma matéria. Um dia te conto essa história... hilária!
    bjos

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  3. teve uma repórter aí que já aceitou participar de uma sessão de reconhecimento em uma delegacia. ela foi colocada junto de outras mulheres para que uma testemunha reconhecesse, entre elas, aquela que tinha participado de um crime

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