segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Mini Bope dentro do 6º BPM (Tijuca)

E por falar do caso do sniper da PM lá de Vila Isabel, muita gente elogiou o 6º BPM (Tijuca), que num caso como esse não solicitou ajuda ao Bope, que sempre é chamado em situações que envolvem refém. Fato é que o major Busnello, o atirador, o capitão Nascimento, que conduziu as negociações ao lado do coronel Príncipe, comandante da unidade, já estiveram na tropa de elite da PM do Rio.

E não é só. No 6º BPM, que tem efetivo estimado em 700 policiais, pelo menos 40 são oriundos do Batalhão de Operações Policiais Especiais, o Bope. Dá pra ver que o comando está disposto a qualificar sua tropa.

3 comentários:

  1. E por isso que na área do 6º BPM, não ocorre nenhum roubo de carros. E o lugar mais tranquilo do Rio de Janeiro.

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  2. Pois é, companheiro. Esse, aliás, é assunto para outro post. Aguarde.

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  3. Agora, não queria nem imaginar se algo desse errado de novo. Acho que o Príncipe pediria pro sniper acertá-lo também.

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