segunda-feira, 29 de junho de 2009

PCC tinha escritório em Cuiabá

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) tinha um escritório de representação em Cuiabá, capital do Mato Grosso do Sul. O local era apenas de fachada_ tinha nome de firma e tudo_ e servia para aparentar legalidade do arrendamento de uma fazenda que o grupo paulista ocupava no município de Barão de Melgaço (que fica a 113 km da capital).

Nesta fazenda, há poucos dias, a Polícia Civil apreendeu cerca de 400 kg de cocaína pura (foto). Segundo o jornal Diário de Cuiabá, a fazenda seria usada como pista de pouso de aviões que transportariam drogas e depósito de cocaína que viria da Bolívia. De acordo com o diário, o prejuízo da facção com a última apreensão teria sido de R$ 8 milhões.

A tática do PCC em Mato Grosso é alugar fazendas na fronteira com a Bolívia para servirem de depósito de drogas. Uma vez na propriedade rural, a cocaína seguia de caminhão e outros veículos para outros estados, principalmente do Sudeste.

O jornal também traz a informação de que dois policiais civis estariam envolvidos com o PCC. Um deles, segundo as investigações, teria alugado a tal fazenda ocupada pela facção criminosa. Os bandidos pagavam R$ 19 mil mensais de aluguel.

No ano passado, a polícia descobriu que uma fazenda em Cáceres, a apenas 2 km da fronteira com a Bolívia, tinha sido comprada pelo PCC por R$ 250 mil.

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