segunda-feira, 1 de junho de 2009

Desde 2006, as três piores tragédias da aviação brasileira

Em menos de quatro anos, a aviação brasileira registrou seus três piores desastres aéreos de todos os tempos. Antes da tragédia com o avião da Gol em 2006, o maior acidente havia ocorrido em junho de 1982 quando um Boeing 727/200 da Vasp que saiu do Rio de Janeiro com destino à Fortaleza se chocou com um morro na capital cearense e explodiu provocando a morte de todos os seus 134 ocupantes. Na internet, há trechos da gravação da caixa preta que mostra os gritos de um dos tripulantes no momento em que a aeronave sofreria a colisão.

Depois do caso da Vasp, o maior deles foi com o Fokker 100 da TAM que caiu em São Paulo logo após decolar do Aeroporto de Congonhas em 1996. Todos os 99 ocupantes morreram, além de duas pessoas que estavam em terra. Uma tragédia para lá de dolorida já que as vítimas sentiram a morte. Há relatos de pessoas que viram da janela os passageiros desesperados dentro da aeronave

Dez anos depois, ocorreu o acidente mais estúpido. Um Boeing 737-800 da Gol que saíra de Manaus colidiu com um pequeno avião Legacy que levava jornalistas norte-americanos e caiu em uma mata no norte do Estado de Mato Grosso. 154 pessoas morreram

Nove meses mais tarde, em meio a uma grave crise na aviação brasileira por conta dos controladores de vôo, aconteceu uma desgraça ainda maior. Um avião da TAM não conseguiu pousar na pista do Aeroporto de Congonhas e se chocou contra um hangar da empresa. Morreram 199 pessoas.

Momentos de sufoco
Nestes últimos dias que antecederam a tragédia com o avião da Air France que se tornará o pior acidente aéreo no Brasil quando se confirmarem oficialmente as 228 mortes, outros casos já assustaram. Como a morte de 15 pessoas na queda de um avião particular no litoral da Bahia ou a turbulência em um avião da TAM que ia de Miami para São Paulo que deixou 21 pessoas feridas e fez com que o avião despencasse 1 km.

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